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Por Evelyn Gomes

No nosso último post falamos sobre como o mercado de crédito de carbono representa uma possibilidade de maior lucratividade no nosso setor, já que dados levantados pelo SISTEMA DE ESTIMATIVA DE EMISSÕES DE GASES DE EFEITO ESTUFA (SEEG) apontam que a agropecuária emite 27% de todos esses gases no Brasil.

Índices como esses demonstram que o tema sustentabilidade deixou de ser apenas temas de ativistas ambientais, já os efeitos provocados por esses gases impactam nossas produções por conta das mudanças climáticas, a qualidade dos nossos solos e consequentemente os nossos ganhos. Mas, como equilibrar a conservação do meio ambiente com produtividade e ainda garantir competitividade com a concorrência?

Foi a partir de discussões como essas que surgiu o termo de ESG (Ambiental, Social e Governança, sigla em inglês) no ano de 2004 em uma publicação do Banco Mundial em parceria com Pacto Global da Organização das Nações Unidas e bancos de 9 países, chamada Who Cares Win (Quem se Importa Ganha) que é o de uma provocação do então secretário da ONU, Kofi Annan, direcionada a 50 CEOs de grandes instituições financeiras do mundo.

O ESG é uma série de boas práticas que visam o equilíbrio entre as preocupações com o meio ambiente, aspectos da sociedade e boas práticas administrativas que garantirão a um negócio sua perenidade, lucratividade e sobretudo boa reputação. Mas, quais são os benefícios de se praticar o ESG?

Além da geração de valor para as empresas que possuem certificações ESG sejam elas internacionais ou nacionais como o Selo Agro + Integridade, ela auxilia na obtenção de crédito com juros mais baratos e até mesmo melhores condições e taxas na contratação de seguros para empresas que emitem CRAs Verdes (Certificado de Recebíveis para o Agronegócio). Vocês sabiam que o Brasil é o maior Mercado de Títulos Verdes da América Latina?

De acordo com relatório da CBI (Climate Bond Initiative) a emissão está acumulada em 10,3 bilhões de dólares estado-unidenses e isso representa para o agronegócio um fluxo de capital para a produção mais responsável de commodities e que através do Decreto de lei 10.387/2022 houve a facilitação da emissão de debêntures de infraestrutura com benefícios socioambientais.

Outro ponto importante é o comportamento do consumidor final, segundo relatório da PWC 37% dos consumidores globais estão preocupados com a procedência dos produtos presentes nas gondolas dos supermercados ou vitrines das lojas e levam em consideração o cumprimento de práticas sustentáveis e éticas nos processos de produção dos seus alimentos como definidores de compra.

Mais afinal, quais são essas práticas e como a CBC pode te ajudar?

  • Ambiental: economia e redução da poluição do ar e da água, combate ao desmatamento, aumento da biodiversidade, uso de energia de fontes renováveis e gestão de resíduos sólidos.
  • Social: respeito as leis trabalhistas, respeito aos direitos humanos, preservação de dados e equidade de oportunidades entre gênero e raças.
  • Governança: boa administração prezando a transparência na contabilidade, no cumprimento da legislação, orientação da empresa ao lucro investindo em tecnologias que otimize recursos e tempo como a digitalização de processos.

E é aí que entra a CBC Agronegócios, através da nossa plataforma você economiza tempo nas negociações, a gente conecta os melhores do mercado entre compradores, vendedores e produtores rurais além de formalizar as operações online e arquivar elas em apenas um lugar com toda a segurança e privacidade.

Gostaram do tema? Querem saber mais sobre ESG?