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Por Evelyn Gomes

Hoje é quinta-feira, 07/07, e como vocês já sabem é dia de #AGROPORESTADO, uma iniciativa da CBC que tem como objetivo mostrar os aspectos mais importantes de cada estado do nosso país dentro do agronegócio para que você possa estar munido de todas as informações para negociar mais e melhor dentro da nossa plataforma, e se ainda não está cadastrado no nosso marketplace é só clicar aqui.

O estado representante de hoje conta com um rebanho bovino de 20 milhões de animais, 16 milhões de hectares distribuídos em 85 mil propriedades rurais isso sem falar nos 2,4 milhões de ha de soja que atualmente é a principal cultura agrícola do Mato Grosso do Sul, estando as maiores lavouras do grão concentradas entre o centro-oeste, norte e nordeste estadual apresentando expansão também no Sudoeste.

A cultura da soja demonstra crescimento acelerado e constante, na safra 2022/2023 estima-se que a produção deve ocupar 3,9 milhões/ha e que até a safra 2025/2026 o grão atinja a marca de 4,5 milhões de ha segundo dados divulgados pela Semagro (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar). O item é o produto de maior destaque do estado no quesito exportação cujos principais compradores são: China; Bangladesh; Tailândia; Argentina; Vietnam; Paquistão e Coréia do Sul.

 Entretanto, a agricultura sul mato-grossense não depende apenas da soja, ela também se destaca na produção de celulose, milho, cana-de-açúcar e algodão. Aliais, o agronegócio é um dos pilares da economia estadual, sendo um dos setores que mais contribui para a geração de riquezas e o aumento do PIB (Produto Interno Bruto), de acordo com o levantamento divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), dos R$ 106 bilhões produzidos, o nosso setor foi responsável por 17,10% do total, ou seja, R$ 19 bilhões.

Tal relevância se reflete na criação de postos de trabalho, conforme informações levantadas pelo Departamento Técnico do Sistema Famasul com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) do Ministério do Trabalho e Previdência, o agronegócio teve participação em 23,7% de novos empregos formais no Mato Grosso do Sul e o setor ainda precisa de mais mão-de-obra já que mais de 45% do saldo das vagas a preencher está relacionado com a agropecuária que aumentou em 66,3% o número de posto de trabalho em comparação com o primeiro trimestre de 2021.

Maracaju é a oitava cidade mais rica do agronegócio brasileiro, além dela o estado sul mato-grossense conta com mais 12 municípios na lista das 100 cidades mais ricas do agronegócio de acordo com o MAPA (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento), são elas: Ponta Porã, Sidrolândia, Dourados, Rio Brilhante, Caarapó, Costa Rica, Aral Moreira, Chapadão do Sul, Nova Alvorada do Sul, Itaporã, Naviraí, Laguna Carapã, que juntas produziram o equivalente a R$ 17,82 bilhões.

Mas, o que explica esses números? O investimento em tecnologia e inovação por parte de produtores e demais empresários da agroindústria e outro fator que pode auxiliar nesse desenvolvimento são as alíquotas de impostos reduzidas como é o caso do Programa de Desenvolvimento da Produção Agropecuária-MS (PDAgro) que oferece redução da carga tributária para as culturas de algodão, milho, feijão, arroz, sorgo, trigo e girassol, os incentivos variam de 22% a 75% na redução do ICMS estadual de acordo com o Decreto nº 9.716 de 01/12/1999 e que inclui outros benefícios também.

Você aí é do Mato Grosso do Sul ou negocia com agentes desse estado? Contem para a gente!

E, não deixem de conferir o #AgroPorEstado de: Mato Grosso, Paraná, São Paulo, Bahia e Pará.