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4 tecnologias para controlar pragas na sua lavoura

O Brasil perde R$ 55 bilhões por ano nas lavouras com danos provocados por pragas e fungos. O dado é da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), que também estima as perdas mundiais na agricultura entre 20% e 40%, todos os anos, por causa das pragas. Confira quatro tecnologias para proteger bem a sua lavoura:

 

MIP

A Embrapa recomenda adotar a estratégia de Manejo Integrado de Pragas (MIP). Esse método de controle múltiplo de pragas procura desenvolver táticas de controle que interferem minimamente na lavoura e diminuem as chances de insetos ou doenças se adaptarem aos defensivos. Quando bem implementada, a técnica do MIP traz diversas vantagens, limitando os potenciais efeitos prejudiciais dos defensivos químicos na saúde pública e no ambiente natural, justamente por não reduzir a população de predadores naturais.

 

Drone

Algumas alternativas tecnológicas auxiliam no cuidado à lavoura, tornando-se ótimas aliadas no controle de pragas. O uso de drones é uma delas. Muitas propriedades já estão usando o equipamento para avaliar a lavoura com imagens aéreas. Elas permitem a visualização pontual e assertiva da área que precisa de algum tipo de intervenção. Isso permite intervenções pontuais e bem planejadas no combate a focos de pragas.

 

Controle biológico

A premissa básica do controle biológico é controlar as pragas agrícolas e os insetos transmissores de doenças a partir do uso de seus inimigos naturais, que podem ser outros insetos, predadores e microrganismos, como fungos, vírus e bactérias. Existem no mercado diversos agentes de controle biológico, desde fungos para combater a cigarrinha das pastagens até agentes desenvolvidos pela Embrapa para controlar lagartas que atacam culturas de milho e hortaliças.

Nanotecnologia

A evolução do agro passa pelo uso mais inteligente de insumos e pela aplicação de técnicas modernas de controle. A nanotecnologia é a mais moderna destas técnicas, e atua no nível menor que o microscópico nas plantas. Estão sendo testadas nanoestruturas que recobrem melhor as folhas das plantas e podem reduzir muito as taxas e a precisão das aplicações; e ainda nanoemulsões  que protegem contra a degradação por raios ultravioleta e fazem liberação controlada de substâncias. Os nanopesticidas devem superar em desempenho os usuais inseticidas, fungicidas, herbicidas e agroquímicos em geral.

 

 

Internamente, a balança também tem em seu retrovisor as eleições, que atuam de forma indireta sobre a economia e geram incerteza quanto à taxa de câmbio, com o dólar voltando ao patamar de R$ 3,70. “O efeito das eleições só poderá ser sentido de forma mais direta após as eleições, conforme o posicionamento do futuro presidente”, pondera Galdi.

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