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Preço do Milho cai e USDA prevê estoques menores

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou com preços mais baixos. Os preços caíram apesar do relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) ter sido considerado de neutro a positivo, ao colocar a estimativa de estoques americanos abaixo da expectativa do mercado. Os preços chegaram a avançar, mas depois retornaram ao terreno negativo.

O relatório de dezembro do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), divulgado nesta terça, dia 12, previu que a safra 2017/18 americana deve atingir 14,578 bilhões de bushels, mesmo volume estimado no mês passado. A produtividade média foi mantida em 175,4 bushels por acre. A área a ser plantada foi mantida em 90,4 milhões de acres e a área a ser colhida em 83,1 milhões de acres.

Os estoques finais foram estimados em 2,437 bilhões de bushels, ante os 2,487 bilhões do relatório passado, enquanto o mercado trabalhava com estoques de 2,477 bilhões de bushels. As exportações foram indicadas em 1,925 bilhão de bushels, estáveis contra o relatório de novembro e o uso de milho para a produção de etanol foi aumentado de 5,475 bilhões de bushels para 5,525.

A safra global 2017/18 foi estimada em 1.044,75 milhão de toneladas, ante os 1.043,90 milhão de toneladas apontados em novembro. Os estoques finais da safra mundial 2017/18 foram projetados em 204,08 milhões de toneladas, acima das 203,86 milhões de toneladas apontadas no mês passado, enquanto o mercado trabalhava com uma expectativa de 202,7 milhões de toneladas.

A estimativa de safra brasileira seguiu estável em 95 milhões de toneladas. A China deverá produzir 215,89 milhões de toneladas, contra 215 milhões de toneladas indicadas mês passado. A Ucrânia teve sua projeção de safra mantida em 25 milhões de toneladas. A produção da Argentina deve atingir 42 milhões de toneladas, sem alterações. A África do Sul teve a safra apontada em 12,5 milhões de toneladas, também sem mudanças.

Para a safra 2016/17, os estoques finais da safra mundial foram projetados em 227,34 milhões de toneladas, ante as 226,58 milhões de toneladas indicadas em novembro. O mercado projetava estoques de 226,4 milhões de toneladas. A safra global 2016/17 foi elevada de 1.074,76 milhão de toneladas para 1.075,55
milhão de toneladas.

A estimativa de safra brasileira ficou inalterada em 98,5 milhões de toneladas. A China deverá produzir 219,55 milhões de toneladas, mesmo volume indicado em novembro. A Ucrânia teve sua projeção de safra mantida em 28 milhões de toneladas. A produção da Argentina seguiu em 41 milhões de toneladas. A África do Sul teve a safra mantida em 17,48 milhões de toneladas.

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