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Operação Carne Fraca: Da porteira para dentro existe qualidade, afirma ABCZ

 

Desde que foi deflagrada a Operação Carne Fraca, pela Polícia Federal, na última sexta-feira (17), colocando na mira das investigações os frigoríficos que operavam em desconformidade com as leis sanitárias, todo o setor pecuário nacional se tornou o centro das discussões e, não raras vezes, são ligados às más práticas de produção de alimentos.

Todavia, é importante lembrar que enquanto as denúncias de indústrias que pagavam propinas para burlar a fiscalização surgiam, os pecuaristas – que são o “elo mais fraco da corrente”, de acordo com a ABCZ, mantinham a busca pela qualidade da carne nacional.

Segundo dados fornecidos pela Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), há mais de uma década o produtor em vem trabalhando para melhorar a qualidade pecuária brasileira, conseguindo atingir números expressivos que vão de apenas 2 bilhões de dólares em exportação no ano de 2000 para 14 bilhões de dólares em 2016.

Outro indício apresentado pela ABCZ, quanto à qualidade da carne “pra dentro da porteira”, são as propriedades e projetos expostos no Road Show de 2017 (que ocorreu entre os dias 13 e 17 de março), onde pode-se notar todo empenho dos pecuaristas com relação a tecnologia empregada para melhoria da qualidade de produção.

Tais melhorias, segundo o boletim informativo da Road Show, vão desde a aplicação de fenótipo e genótipo em reprodutores, até os equipamentos de contenção que foram projetados pensando na redução do estresse e hematomas nos animais, durante os períodos de manejo.

Atitudes como essa, afirma Larissa Albuquerque, do Portal Notícias Agrícolas, mostram que a pecuária nacional está trabalhando para sair da produção tradicional e empregar grandes inovações capazes de elevar a qualidade do produto entregue aos frigoríficos.

Em entrevista, Arnaldo Prata, diretor da ABCZ afirma que a associação é completamente favorável a investigação e que acredita, inclusive, que esta investigação irá cobrar mais qualidade do produtor e, sobretudo, dos frigoríficos que acabavam sendo “esquecidos” dentro da cadeia produtiva.

Em nota, a ANGUS (Associação Brasileira de Angus) também afirma ser favorável a investigação e que a punição dos segmentos produtivos que não estejam dispostos a arcar com as exigências sanitárias deve ser rápida e dura a ponto de extirpá-los do cenário nacional.

Diante disso, o que o pecuarista brasileiro, através da ABCZ e da ANGUS buscam informar aos consumidores, cooperativas, traders e demais agentes do mercado da carne brasileira é que as denúncias aos frigoríficos e afins não refletem a qualidade que existe da porteira pra dentro, nas propriedades pecuaristas.

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