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Agrolink CBC Negocios

Por meio de plataforma digital, empresa cria uma forma democrática de conectar produtores rurais e grandes players do agronegócio de todos os portes, de norte a sul do País

 

O Brasil é o celeiro de oportunidades para o mercado agrícola. É o que revela o levantamento feito pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil ao mostrar que o setor aumentou sua participação no PIB de 21,4%, em 2014, para 23%, em 2015, com faturamento na ordem de R$ 515,2 bilhões. É o segmento que apresenta melhor desempenho na economia brasileira e um dos que mais despontará em 2017.

Mesmo diante deste cenário, uma das barreiras a ser quebrada é a centenária forma de negociação que ainda perpetua entre players do mercado. A maior parte das transações de commodities é realizada nos mesmos moldes há mais de 100 anos: por contato telefônico ou presencialmente, perdendo em agilidade e competitividade.
Se por um lado o produtor rural enfrenta pelos limites para comercializar seus produtos – pois quase sempre está restrito a uma determinada região do País – e por falta de acesso a uma rede de contatos, a tecnologia pode gerar novos negócios em instantes, de forma mais segura e ampliando possibilidades. Essa é a aposta da CBC Agronegócios (Central Brasileira de Comercialização), empresa paulista fundada por Francisco de Lavor e que conta com uma filial em Santa Catarina.

 

 De olho no protagonismo tecnológico e na necessidade do setor, a empresa se antecipou e criou uma plataforma digital (www.cbcagronegocios.com.br) que conecta toda a cadeia produtiva, permitindo a compra e venda de commodities e insumos agrícolas entre pequenos, médios e grandes produtores, além de grandes players do mercado. A ferramenta levou cerca de quatro anos para ser desenvolvida, após vários estudos do setor, e contou com um aporte de R$ 10 milhões.

“A plataforma dá voz aos mais de cinco milhões de produtores que temos hoje no Brasil, que, por inúmeras razões, não têm acesso ao mercado. Sabemos o quanto é difícil produzir, operar mercado e ainda lidar com a instabilidade econômica. Acabam reféns de uma única região, sendo que poderiam fazer negócios por todo o País, aumentando as chances de ganho e o tamanho dos seus negócios, além de incentivar a competitividade sadia no setor”, diz Eder Campos, diretor operacional da CBC Agronegócios.

O segmento está inserido em um universo que compreende 1.500 cerealistas, 1.800 cooperados, 86 mil agroindústrias e 5,2 milhões de produtores, de acordo com dados da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO).

Oportunidades reais
A Brasão Cereais, cerealista de milho, soja e sorgo localizada em Uberlândia (MG) é uma delas. Em menos de um mês de uso da plataforma, a empresa fechou seis negócios, o equivalente a 2.120 mil toneladas vendidas para um comprador de Goiás que, até então, desconhecia.

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